Reproduzo abaixo, texto que convoca manifestação contra o projeto de autoria do tucano Eduardo Azeredo, que pretende inibir a liberdade na internet ao criminalizar práticas já consolidadas no cotidiano de todos que usam a rede.
"A Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso a informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural. A Internet é a maior expressão da era da informação.
A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais de de conhecimento.
Um projeto de lei do governo conservador de Sarkozi tentou bloquear as redes P2P na França e tornar suspeitos de prática criminosa todos os seus usuários. O projeto foi derrotado.
No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de Deputados. Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet, tornar suspeitas as redes P2P, impedir a existência de redes abertas, reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacida de dos internautas e, se aprovado, elevará o já elavado custo de comunicação no Brasil."
Extraído do blog www.samadeu.blogspot.com
quarta-feira, 29 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
"Manaus está fora da curva", diz MiniCom sobre a internet
Entre os dias 17 e 19 de junho, participei, em Brasília, do II Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas. Em meio aos debates e à construção de novas amizades, conheci um pernambucano muito gente boa: Percival. Além de suas qualidades pessoais, é presidente da Associação Nacional para Inclusão Digital (Anid) e conselheiro do Conselho Gestor de Internet (CGI).
Como militante da universalização da internet e privilegiado por circular entre as informações de última hora sobre o assunto, Percival caminha com frequencia no Ministério das Comunicações. Tem acesso do ministro aos zeladores. E num desses trânsitos, arrancou, sem querer, uma informação extremamente danosa para nós da capital do Amazonas.
Interessado em trazer seus serviços para o norte do Brasil, ouviu de uma figura do alto escalão do MiniCom que Manaus está fora da curva no que tange à internet. Para entender melhor: o ministério fez um traçado no mapa do Brasil e as cidades que estão dentro dele receberão prioridade na melhoria e na estruturação desse serviço. Já os demais, como nós, estamos ferrados. Essa que é a palavra.
Além dessa informação de bastidores, o ministério já deixou claro para todos o que meu camarada pernambucano ouviu sozinho. Na definição das 100 primeiras cidades que receberiam a apliacação do Plano Nacional de Banda Larga, Manaus ficou fora. A desculpa era de que não havia condições estruturais para a inclusão. Resolvida a pendência - quando o titular da pasta Paulo Bernardo esteve aqui para inaugurar o cabo de fibra ótica vindo da Venezuela -, continuamos do mesmo jeito.
Tudo isso só fundamenta a luta que iniciamos no estado com o I Encontro Estadual de Ativistas Digitais: lutar por internet de qualidade, universalizada e implementada em regime público. Ainda que a banda larga seja massificada, isso não significa que seremos conemplados. O governo pode optar por fazer isso apenas nos grandes centros consumidores e adjacências.
Seremos sub-sede da Copa 2014, a capital do nosso estado é o sexto maior PIB do país. Está na hora de lutarmos para recebermos tratamento que corresponda à relevância da região. Nossa bancada federal precisa arregaçar as mangas para isso, porque somente a senadora Vanessa Grazziotin não dará conta!
Como militante da universalização da internet e privilegiado por circular entre as informações de última hora sobre o assunto, Percival caminha com frequencia no Ministério das Comunicações. Tem acesso do ministro aos zeladores. E num desses trânsitos, arrancou, sem querer, uma informação extremamente danosa para nós da capital do Amazonas.
Interessado em trazer seus serviços para o norte do Brasil, ouviu de uma figura do alto escalão do MiniCom que Manaus está fora da curva no que tange à internet. Para entender melhor: o ministério fez um traçado no mapa do Brasil e as cidades que estão dentro dele receberão prioridade na melhoria e na estruturação desse serviço. Já os demais, como nós, estamos ferrados. Essa que é a palavra.
Além dessa informação de bastidores, o ministério já deixou claro para todos o que meu camarada pernambucano ouviu sozinho. Na definição das 100 primeiras cidades que receberiam a apliacação do Plano Nacional de Banda Larga, Manaus ficou fora. A desculpa era de que não havia condições estruturais para a inclusão. Resolvida a pendência - quando o titular da pasta Paulo Bernardo esteve aqui para inaugurar o cabo de fibra ótica vindo da Venezuela -, continuamos do mesmo jeito.
Tudo isso só fundamenta a luta que iniciamos no estado com o I Encontro Estadual de Ativistas Digitais: lutar por internet de qualidade, universalizada e implementada em regime público. Ainda que a banda larga seja massificada, isso não significa que seremos conemplados. O governo pode optar por fazer isso apenas nos grandes centros consumidores e adjacências.
Seremos sub-sede da Copa 2014, a capital do nosso estado é o sexto maior PIB do país. Está na hora de lutarmos para recebermos tratamento que corresponda à relevância da região. Nossa bancada federal precisa arregaçar as mangas para isso, porque somente a senadora Vanessa Grazziotin não dará conta!
domingo, 26 de junho de 2011
Código Florestal e as ONG's internacionais II
Por que não tem ONG’s no Nordeste seco?
Vítimas da seca
Quantos? 10 milhões
Sujeitos à fome? Sim
Passam sede? Sim
Subnutrição? Sim
ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma
Índios da Amazônia
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350
Provável explicação: A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos.
Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.
Agora, uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito? É uma reflexão interessante.
Obs: Extraído do site www.pitocadearroz.net
Vítimas da seca
Quantos? 10 milhões
Sujeitos à fome? Sim
Passam sede? Sim
Subnutrição? Sim
ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma
Índios da Amazônia
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350
Provável explicação: A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos.
Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.
Agora, uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito? É uma reflexão interessante.
Obs: Extraído do site www.pitocadearroz.net
Código Florestal e as ONG's internacionais
O relatório da CPI das ONG’s, de 2002, embasa uma afirmação que tem sido frequentemente usada durante o debate sobre a revisão do Código Florestal: a presença acentuada de Ong’s internacionais na Amazônia.
3.4.4 Preferência pela Amazônia
A Região Amazônica é especialmente sensível a todas essas contradições,
conflitos e dificuldades. Lá, a frágil presença do Estado torna ainda mais grave
a questão da falta de controle sobre as ONGs. Na Região Norte, como é
natural, é muito forte a ideologia desenvolvimentista, pelo descompasso que
há entre sua situação e a de regiões mais prósperas do País, e diante da
consciência dos enormes potenciais e riquezas que encerra a Amazônia. É
viva, também, na Região, a percepção de sua importância estratégica e das
questões que envolvem segurança e soberania nacionais.
Ora, as ONGs irrompem nesse caldo de cultura munidas de um arsenal
ideológico totalmente conflitante com as aspirações das populações locais.
As ONGs querem maximizar, não o desenvolvimento econômico-social
sustentável, mas as áreas de proteção indígenas e ambientais. Como filhas
ideológicas do pós-moderno dos países ricos, que implica o enfraquecimento
do Estado e das soberanias nacionais, são insensíveis ao sentimento
patriótico e trazem, mesmo, consigo, o germe das teses de
internacionalização da Amazônia Brasileira.
Acresça-se a esses fatores a especial preferência de ONGs estrangeiras em
atuarem na Amazônia e o fato de que é difícil, em seu caso, talvez ainda mais
do que no das ONGs brasileiras, a precisa identificação de seus reais
interesses e de suas fontes financiadoras.
3.4.4 Preferência pela Amazônia
A Região Amazônica é especialmente sensível a todas essas contradições,
conflitos e dificuldades. Lá, a frágil presença do Estado torna ainda mais grave
a questão da falta de controle sobre as ONGs. Na Região Norte, como é
natural, é muito forte a ideologia desenvolvimentista, pelo descompasso que
há entre sua situação e a de regiões mais prósperas do País, e diante da
consciência dos enormes potenciais e riquezas que encerra a Amazônia. É
viva, também, na Região, a percepção de sua importância estratégica e das
questões que envolvem segurança e soberania nacionais.
Ora, as ONGs irrompem nesse caldo de cultura munidas de um arsenal
ideológico totalmente conflitante com as aspirações das populações locais.
As ONGs querem maximizar, não o desenvolvimento econômico-social
sustentável, mas as áreas de proteção indígenas e ambientais. Como filhas
ideológicas do pós-moderno dos países ricos, que implica o enfraquecimento
do Estado e das soberanias nacionais, são insensíveis ao sentimento
patriótico e trazem, mesmo, consigo, o germe das teses de
internacionalização da Amazônia Brasileira.
Acresça-se a esses fatores a especial preferência de ONGs estrangeiras em
atuarem na Amazônia e o fato de que é difícil, em seu caso, talvez ainda mais
do que no das ONGs brasileiras, a precisa identificação de seus reais
interesses e de suas fontes financiadoras.
Código Florestal: o furo que a mídia não deu
O debate sobre a revisão do Código Florestal reacendeu a chama dos grandes debates políticos no Brasil. Afora a despolitização que tem precipitado posicionamentos tão rápidos quanto infundados - característica predominante na geração Google -, o assunto retoma polêmicas e disputas entre setores antagônicos na sociedade.
E para manter a tradição, a grande mídia entrou no assunto com opinião evidente. Durante o período em que as discussões se acirraram na Câmara dos Deputados, um especial sobre o meio ambiente foi exibido na Globo e outras emissoras tiveram iniciativas semelhantes. Crimes ambientais, desmatamentos e afins predominaram enquanto conteúdo. Tudo montadinho para gerar um certo receio na população e jogá-la de contra ao novo Código.
Mas como em todo jogo, os times em disputas têm suas surpresas guardadas na manga. Angustiado pela onda de ataques da grande mídia e pseudo-ambientalistas, o relator das alterações do Código Florestal, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), perdeu a calma que lhe é habitual e disparou contra Marina Silva. Denunciou o envolvimento do marido da ex-ministra com o contrabando de madeira em discurso aplaudidíssimo na Câmara.
Apesar da gravidade da denúncia, nada foi apurado pelo jornalismo das grandes emissoras de TV. Nem mesmo a qualidade de quem a emitiu - Aldo era líder do governo à época - gerou a inquietação necessária para um trabalho de campo.
Quais as razões do silêncio? Seria porquê, uma vez comprovada, a acusação desqualificaria as argumentações de Marina Silva, a campanha midiática da grande imprensa e de quebra ferraria as ONG's internacionais?
E para manter a tradição, a grande mídia entrou no assunto com opinião evidente. Durante o período em que as discussões se acirraram na Câmara dos Deputados, um especial sobre o meio ambiente foi exibido na Globo e outras emissoras tiveram iniciativas semelhantes. Crimes ambientais, desmatamentos e afins predominaram enquanto conteúdo. Tudo montadinho para gerar um certo receio na população e jogá-la de contra ao novo Código.
Mas como em todo jogo, os times em disputas têm suas surpresas guardadas na manga. Angustiado pela onda de ataques da grande mídia e pseudo-ambientalistas, o relator das alterações do Código Florestal, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), perdeu a calma que lhe é habitual e disparou contra Marina Silva. Denunciou o envolvimento do marido da ex-ministra com o contrabando de madeira em discurso aplaudidíssimo na Câmara.
Apesar da gravidade da denúncia, nada foi apurado pelo jornalismo das grandes emissoras de TV. Nem mesmo a qualidade de quem a emitiu - Aldo era líder do governo à época - gerou a inquietação necessária para um trabalho de campo.
Quais as razões do silêncio? Seria porquê, uma vez comprovada, a acusação desqualificaria as argumentações de Marina Silva, a campanha midiática da grande imprensa e de quebra ferraria as ONG's internacionais?
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Solidariedade a Cuba e cerco midiático
Por Altamiro Borges
Durante toda esta semana, em várias partes do país, ocorre a 19º Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba. As atividades são organizadas por vários partidos, centrais sindicais, entidades estudantis e movimentos sociais. Incluem debates, exibições de filmes, shows e lançamentos de livros que marcam os 40 anos da vitória do povo cubano contra a intervenção terrorista dos EUA em Playa Girón.
Apesar da intensa jornada e da presença de especialistas cubanos em vários temas, a mídia colonizada nada fala sobre a convenção de solidariedade. Ela não existe na cobertura das emissoras de televisão e é motivo apenas de notinhas preconceituosas nos jornalões. O ódio da mídia à revolução cubana, que reflete o pensamento imperial dos EUA, confirma a total parcialidade da velha imprensa brasileira.
Durante toda esta semana, em várias partes do país, ocorre a 19º Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba. As atividades são organizadas por vários partidos, centrais sindicais, entidades estudantis e movimentos sociais. Incluem debates, exibições de filmes, shows e lançamentos de livros que marcam os 40 anos da vitória do povo cubano contra a intervenção terrorista dos EUA em Playa Girón.
Apesar da intensa jornada e da presença de especialistas cubanos em vários temas, a mídia colonizada nada fala sobre a convenção de solidariedade. Ela não existe na cobertura das emissoras de televisão e é motivo apenas de notinhas preconceituosas nos jornalões. O ódio da mídia à revolução cubana, que reflete o pensamento imperial dos EUA, confirma a total parcialidade da velha imprensa brasileira.
Dê um up grade e amplie a influência de seu blog
Está disponível, totalmente gratuito para download, o livro "Como transformar seu blogspot num Blog Profissional".
É imperdível para quem quer melhorar seu blog e ampliar a influência dele na rede.
Acesse http://www.gfsolucoes.net/gustavo/e-book-gratuito-como-transformar-seu-blogspot-em-um-blog-profissional/ e baixe o arquivo.
É simples demias. Em menos de cinco minutos voê tem ele em mãos. Quer dizer, no seu computador!
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